É difícil dizer, as vezes sinto falta de sentir aquele frio das manhãs.Acordar com a luz do sol na cara, e ver que não há nada que realmente importe.
Sinto falta de passar dias na companhia de alguns amigos, de sair e fazer merda por ai, sem pensar no depois.
Mas percebemos com o tempo que amor e liberdade não combinam, se tu ama tu te priva de tudo e se tu é livre tu te priva do amor.
E lá vamos nós com aquele dilema “até que ponto é bom viver entre dois?” sabe-se se bem que quando estamos com alguém que amamos não precisamos de mais nada, mas por dentro aquilo vai nos sufocando, fazendo com que sentíssemos falta de algo, talvez de amigos ou de outros ponto de vista.
A vida é muito para que possamos agüentar. Mentiras ou traições fazem parte delas, mas o que seriamos de nós sem a confiança?Se gostamos de alguém conseqüentemente confiamos nela , ou não, mas isso é uma coisa que deveria ser real, mas sempre desconfiamos da pessoa mais amada.
Nesses momentos que me pego fugindo de mim mesmo, quando escrevo ouvindo uma música que me toca de verdade, aquele lance de “sentir” a música, todos deviam tentar sentir a música ao invés de ouvi-la.
Mas voltando ao assunto, tememos o amor por ele ser sufocante, mas o detalhe é que não sabemos amar.O amor é muito mais do que estar com a pessoa 24horas por dia, muito mais do que o sexo, muito mais do que o simples ato de dizer que ama.
O amor é uma coisa complexa e que eu acho que se feito corretamente é a melhor coisa do mundo.
Confiança, sinceridade, liberdade e amizade são as características que deveriam caracterizar o amor.Mas ele NUNCA é assim, quando aprenderemos a amar sem machucar e ser machucado?
Ta ai uma boa questão para pensar até morrer...
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